Horários de Missas

MISSAS NO FINAL DE SEMANA

Sábado:

18h Capela Santo Antônio | Vila Garcia
19h30min Matriz São João Batista

Domingo:

08h Capela São José | Cohab II
09h30min Matriz São João Batista
19h Matriz São João Batista

MISSAS SEMANAIS

Terça-feira: 19h30min Matriz São João Batista

Quarta-feira: 19h30min Missa ou Celebração da Palavranos Setores Urbanos e nas Comunidades Rurais

Quinta-feira: 19h30min Capela São José | Cohab II

Sexta-feira: 16h Matriz São João Batista
19h30min Santa Terezinha | Alto da Semar (Residência da Sra. Maria Helena Rissato) (Quinzenalmente)

 


 

COMUNIDADES RURAIS
1ª quarta-feira do mês: Capela da Usina São Francisco
2ª quarta-feira do mês: Capela São José Operário | Fazenda Experimental
3ª quarta-feira do mês: Capela Nossa Senhora Aparecida | Água Vermelha

SETORES URBANOS
1ª quarta-feira do mês: Setor São Benedito
2ª quarta-feira do mês: Setor Santa Madalena de Canossa
4ª quarta-feira do mês: Setor São Miguel Arcanjo
4ª terça-feira do mês: Setores Madre Tereza de Calcutá e Santa Josefina Bakhita.

 

ADORAÇÃO DO SANTÍSSIMO

  • Toda quinta-feira, na Igreja Matriz São João Batista, das 15h às 17h.
  • Toda quinta-feira, na Comunidade São José, das 15h às 16h30min.
  • Toda 1ª quinta-feira do mês haverá adoração ao Santíssimo, e a cada 2 meses com todos os agentes, representantes, coordenadores e movimentos, após a missa da Capela São José.
  • A cada 2 meses Adoração ao Santíssimo na paróquia das 18h às 18h45min sempre no último domingo do mês. (Capela do Santíssimo | Matriz São João Batista).

 

Na Missa, os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia, na qual Jesus reuniu Seus apóstolos, durante a Páscoa do ano de Sua morte. Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas, nas quais o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia-o um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividi-lo com todos. Na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro. Jesus, porém, tomou o pão, partiu-o e disse: “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”, colocando-Se no lugar do cordeiro. No fim da ceia, Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou, dizendo: “Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”. Ao falar “Nova Aliança” (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis afirmar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento), pela qual Deus escolhera apenas o povo de Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens, segundo a qual todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus. Jesus terminou com a frase “Fazei isto em memória de mim” para deixar marcada no coração dos homens essa mudança, de uma forma especial.

Com isso, instituiu-se o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nele, por meio da comunhão, mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo e revivem-se todos os momentos da memorável refeição de Jesus com os apóstolos, com o mesmo sentido de fraternidade.

A Missa apresenta quatro partes distintas. A primeira consiste dos Ritos Iniciais, marcando a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa. A segunda parte, uma animada conversa entre amigos que se encontram, é a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus – a Boa Nova que Jesus pregava. A terceira parte é a Liturgia Eucarística, o coração da Missa, que revive o mistério pascal de Cristo, ou seja, Sua morte e ressurreição. Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus, e os fiéis, como fizeram os apóstolos, tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia) e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel), ressurgindo com Cristo para uma nova existência. A quarta e última parte, a bênção e a despedida dos Ritos Finais, tem o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: que apregoassem pelo mundo a palavra de Deus.